quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Matriz Swot


É uma ferramenta para análise de gestão pessoal como organizacional. Seu principal objetivo é traçar FORÇAS, FRAQUEZAS, OPORTUNIDADES e AMEAÇAS.
Para isso ocorre uma síntese das análises internas e externas; identificação de elementos chave para a gestão o que implica estabelecer prioridades; e preparação de opções estratégicas: Riscos/Problemas a resolver.

Logo, ao realizar a matriz swot, é possível prever nas variáveis (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) as análises dos seus impactos tanto na gestão pessoal como profissional. É importante ressaltar que a matriz é um ótimo apoio para realizar o plano de carreira.

sábado, 20 de novembro de 2010

TEORIA DE SISTEMAS - Ampliando as Fronteiras da Empresa

A TGS busca produzir teorias e formulações conceituais para aplicações na realidade empírica. Essa teoria fundamenta-se em três premissas básicas na qual os sistemas existem dentro de subsistemas, os sistemas são abertos e as funções de um sistema dependem de sua estrutura. A visão sistêmica permite abranger um conjunto de coisas complexas, permitindo a inter-relação e a integração de assuntos que são de natureza completamente diferente. Assim é a combinação de um conjunto de coisas formando um todo unitário.
Todo sistema tem um propósito ou objetivo, no qual as unidades (objetos) definem um arranjo que vise sempre um objetivo ou finalidade a alcançar. Mediante a relação entre os sistemas qualquer modificação na unidade do sistema afetará todas aas outras unidades, assim, o sistema sempre reagirá globalmente a qualquer estimulo produzido em qualquer parte ou unidade.
Os sistemas podem ser classificados quanto à sua constituição que podem ser físicos (máquinas) ou abstratos (teorias) e também quanto à sua natureza que pode ser fechada (sem interação com o ambiente) ou aberta (relaciona-se com o ambiente).
Os parâmetros dos sistemas são a entrada – ponto de partida para a operação do sistema -, saída - resultado compatível com o objetivo do sistema -, processamento – mecanismo de conversão das entradas e saídas -, retroação – feedback, cujo objetivo é o controle a partir do monitoramento, para manter o desempenho de acordo com a padrão escolhido – e o ambiente – meio que envolve externamente o ambiente, constante interação.
O sistema aberto é um complexo de elementos em interação e intercâmbio contínuo com o ambiente, com alto grau de capacidade de inovação. A organização empresarial é vista como um sistema aberto que caracteriza-se pelos: comportamentos probabilísticos; organizações como partes de uma sociedade maior e constituída de partes menores; interdependência das partes; homeostase; fronteiras; morfogênese e resilência.

Presidente Lula assina decreto que cria o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário

(Secretaria Executiva do FBES) “A Cooperativa não nasce por decreto, nem por lei, ela é um estágio da consciência humana de repartir os ganhos e prejuízos. Leva um tempo para o ser humano saber viver em comunidade”, disse Lula.

Com esta fala, o Presidente foi aplaudido pelo movimento de Economia Solidária presente na cerimonia de entrega do relatório final da II Conferencia Nacional de Economia Solidária (CONAES). O evento foi realizado pelo Conselho Nacional de Economia Solidária.

Durante o evento, dois decretos importantes para o movimento de Economia Solidária foram assinados: o que institui o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário (SNCJS), e o que cria o Programa Nacional de Incubadoras (PRONINC).

Além do presidente da República, participaram da cerimônia o Secretario Nacional de Economia Solidária, Paul Singer, Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Luppi e representando o Fórum Brasileiro de Economia Solidária, Joana Motta.

O presidente colocou que entre 2004-2010, a Secretaria Nacional de Economia Solidária executou um orçamento de 150 milhões de reais e que a qualificação profissional de ES atingiu milhares de pessoas. Ele Ressaltou o apoio dado as politicas de resíduos sólidos e fundos rotativos solidários. O presidente colocou que todo esforço feito pelo seu governo para fomentar a ES foi grande, mas disse saber que é preciso fazer muito mais. “Tenho a convicção de que vocês da ES ainda não foram reconhecidos, mas sei que no momento em que os intelectuais não sabiam o que fazer na crise, vocês tinham a esperança e uma nova forma de prosseguir e eu sei que vocês acreditaram e batalharam para fazer esta nação.”

Autogestão




A autogestão, para uns, é um “método de gestão de empresas” e, para outros, é uma “forma política” que assume o comunismo, ou seja, a “democracia direta”. A primeira concepção deixa entrever a possibilidade de existir autogestão no interior da sociedade capitalista e a segunda apresenta a idéia de que é possível haver comunismo sem autogestão, já que esta é reduzida a uma mera “forma política” e, sendo assim, não é a essência do comunismo e por isto este poderia utilizar outras “formas políticas”. Entretanto, tal como pretendemos demonstrar no decorrer deste trabalho, estas concepções são equivocadas, pois não conseguem expressar o verdadeiro sentido da autogestão.
Antes de mais nada, tal como fizeram A. Guillerm e Y. Bourdet [1], é útil distinguir o conceito de autogestão de outras palavras que muitos pensam ter o mesmo significado. Autogestão não possui o mesmo significado que “participação” , “co-gestão”, “controle operário” ou “cooperativismo”. Vejamos o significado destas palavras:
A) PARTICIPAÇÃO: Participação não significa autogestão, pois ela significa participar de algo já existente, ou seja, de uma atividade que possui estrutura e finalidade próprias. Segundo Guillerm e Bourdet, o participante é como um flautista numa orquestra: participa se misturando individualmente à um grupo que lhe é preexistente.
B) CO-GESTÃO: A co-gestão é uma tentativa de integrar a criatividade e a iniciativa operária no processo produtivo capitalista (com o objetivo de aumentar a produtividade e, consequentemente, a extração de mais-valor relativo - ou mais-valia relativa) e que permite a participação dos trabalhadores apenas no processo de produção, nos meios e não nos fins. Mas mesmo essa co-gestão nos meios é limitada, pois a definição por outros sobre os fins leva à uma pré-determinação no que se refere ao meios.
C) CONTROLE OPERÁRIO: Segundo Guillerm e Bourdet, o controle operário significa um passo adiante em relação à co-gestão, mas ainda não é autogestão, pois o controle operário surge como produto de uma intervenção conflitual que arranca concessões para os trabalhadores, embora se limite a exercer-se sob pontos específicos que não questionam o salariato. Para M. Brinton, a proposta de “ controle operário” apresentada por diversos grupos políticos (principalmente leninistas e trotskistas) expressa a vontade de apresentarem-se como mais democráticos e fazem isto buscando nos iludir com a afirmação de que o leninismo sempre defendeu tal proposta. Para ele, o controle operário, ao contrário da autogestão, não significa que a classe operária irá gerir a produção e sim que ela irá “supervisionar”, “inspecionar” ou verificar as decisões tomadas por “instâncias exteriores” ao processo produtivo, tal como o estado ou o partido [2].
D) A COOPERATIVA: Segundo Guillerm e Bourdet, “esquematicamente, pode-se, com efeito, convir que (...), as cooperativas têm ‘vegetado’ sempre sob formas locais, a tal ponto que esta limitação se tornou seu sinal distintivo. Por isso, para designar a generalização dos sistemas de cooperativas, far-se-á mister uma palavra nova. O termo autogestão deve assumir o papel” [3]. Acontece que, no interior da sociedade capitalista, as cooperativas não determinam seus fins, pois o mercado e o estado sempre interferem nas finalidades de uma cooperativa e não só nos fins como, em menor grau, também nos meios.
Em síntese, a participação, o controle operário, a co-gestão e as cooperativas podem existir no interior do modo de produção capitalista e são assimiláveis por ele. O capitalismo envolve todas estas manifestações e as colocam sob sua direção, direta ou indiretamente. Não existem nem podem existir “ilhas de autogestão” cercadas pelo mar do capitalismo. A autogestão só pode existir em locais isolados por um curto período de tempo e em confronto com o capital e desta luta um dos dois vencerá, ocorrendo a destruição da experiência autogestionária ou a generalização da autogestão a nível nacional e posteriormente mundial.
Podemos dizer também que as definições acima deixam entrever que não existe muita diferença entre todos estes termos, pois todos eles possuem algo em comum: em todas essas formas de “participacionismo” permanece exterior aos trabalhadores a determinação dos fins e uma “co-determinação” no que se refere aos meios. Por conseguinte, o termo co-gestão engloba todos os outros termos e, sendo assim, ele é suficiente para marcar a diferença entre a autogestão e as outras formas de gestão que se dizem “democráticas”.
Mas o que é a autogestão? Como ela pode surgir e se expandir mundialmente? Em primeiro lugar, devemos reconhecer que é impossível compreender a autogestão e a possibilidade histórica de sua concretização sem compreendermos o solo onde ela pode brotar, ou seja, o modo de produção capitalista.

Aos colegas


Queridos colegas, foi muito bom estar com vocês e desenvolver este blog, que trouxe ricas experiências para minha vida. Parabéns pela cooperação e incentivo durante todo este processo que fez com esse trabalho tornasse realidade. Acredito que a partir de todas essas atividades desenvolvidas carregaremos muitos dos assuntos aqui tratados, que serão de suma importância tanto para nossa carreira profissional, como para nossa vida particular.
Grata, Priscilla.

Gestão da Qualidade


É um tema de suma relevância a ser abordado pois "vivemos hoje em um ambiente de profunda mutação, onde novas tecnologias, novas leis, novos concorrentes, entre outras variáveis aparecem e desaparecem muito rapidamente e, as empresas, através das pessoas, precisam estar aptas a assimilar essas mudanças e transformar as ameaças em oportunidades. Nesse contexto surge a necessidade do treinamento e do desenvolvimento contínuo das pessoas. O treinamento deve ser considerado como um investimento precioso cujo retorno é altamente compensador para a organização, e não como uma despesa. Considerando-se que os recursos humanos são os ativos mais importantes das organizações deve-se, dessa forma, investir em treinamento como se investe, por exemplo, em tecnologia. "(Ricardo Aparecido de Oliveira: 2010)

Deming, em dois dos seus, quatorze princípios, mostra que o treinamento, e que o auto-treinamento, são de fundamental importância para a Administração da Qualidade: VI – Instituir o treinamento no serviço; XIII – Instituir um sólido programa de educação e auto-treinamento.

Contudo, é possível concluir que a gestão da qualidade está além do investimento em tecnologias, consiste em investir nos indivíduos, ou seja, investir em treinamento de pessoas, pois apesar de vivermos em mundo que está em constante mutação onde a tecnologia está cada vez mais avançada, é perceptível que não existe máquina sem ser humano, pois apesar de funcionarem bem elas precisam ser controladas por pessoas, e não há "máquina" melhor para investir que o HOMEM, pois, segundo Ricardo, as empresas que aprendem e acreditam no treinamento e desenvolvimento contínuo das pessoas podem ser o diferencial para a conquista da excelência. "